19 de junho de 2017

Não subestime a mim

Quanto vale o seu sonho? Com tantos clichês e falas copiadas ali fora, só aprendi a valorizar minhas ambições com minhas experiências. Você retém o conhecimento das fontes, mas passa a entender mais tarde. Parece injusta a indecisão por antecedência, mas, como disse uma nova amiga minha, não temos, e não devemos ter, certeza de nada. 

Hoje mesmo, uma pessoa que nunca tive a chance de conhecer, mas já admiro, se formou em moda, minha (amada) área. Como ritual de todo formando, lá foi ela postar sua foto no Instagram (toga e sorriso vestidos). Logo abaixo, o famoso “textão”. Normalmente, curto a foto e rolo o feed, mas considerando minha (platônica) proximidade, decidi ler. Detalhe, em língua gringa. Assim como muitos que decidem seguir por esse caminho (design, comunicação ou negócios de moda), ela teve dificuldades. 

O fato é: convencer as pessoas próximas a nós dos sonhos que nem entendemos pode ser o momento mais difícil das nossas vidas. Principalmente se há dinheiro e distância envolvidos. Realmente, entender o valor e o potencial de um sonho não é algo que acontece “da noite para o dia”. Assim como amadurecer, criar o caminho que sua vida deve seguir é gradual. 

Ponho em pauta agora a fala da minha já dita amiga, Patrícia Rocha, para fazer o seguinte questionamento: Devemos duvidar até de quem somos? 

Tem quem afirme que estamos em constante mudança, e de fato estamos. Mas, até onde nos permitimos mudar? Devemos questionar nossas certezas? 

Quando escolhi por jornalismo de moda, me vi diante do beco sem saída da insegurança. O fato, que demorei para perceber, é que não eram dúvidas minhas, mas das pessoas à minha volta. Constatei que perguntas nunca surgiam da minha mente, mas de ruídos dos ao meu redor. Não era eu quem duvidava dos meus sonhos, mas aqueles que não os sonhavam. Passei a entender que temos o direito à certeza do que somos e do que queremos ser. Pelo menos isso, acima de tudo. 

Nossas experiências nos guiam e, adivinha essa, somos nós quem as escolhemos! Aprenda a escolher por aquilo que te apaixona, que te arrepia, que te eleva às mais altas expectativas. Conselho? Tenha calma também, disse uma ariana. 

Então, por favor amigo, não me subestime. 

Meus desejos e meus interesses são as únicas coisas emoções que posso chamar de meus. Se você valoriza minha sanidade, não espelhe suas dúvidas nas minhas certezas. Assim como você, quero meu lugar ao sol, que aprecio desde já. 

Muito obrigada.

- Paola Freitas -

2 de junho de 2017

Filmes assistidos em abril e maio (2017)

Que eu assisto muito filme, isso já não é novidade. Abril e maio foram meses em que eu dividi minha atenção com esses 12 filminhos e as séries GirlBoss e 13 Reasons Why, ou seja, eu vivi mais na Netflix do que no mundo real - o que, como eu já disse, não é algo novo para se comentar. 

1. Amor a distância
Como o nome já diz é um filme sobre relacionamento a distância, muito divertido por sinal. Erin e Garrett se conhecem em Nova York e passam 6 semanas de muita paixão, porém sem o intuito de ter algo sério... é só quando ela tem que voltar para São Francisco que eles se descobrem realmente amando e decidem manter o relacionamento, mesmo que à distância e contrários a opiniões alheias. É uma comédia romântica ao mesmo tempo fofinha e engraçada que trás a tona momentos de verdadeiros relacionamentos a distância, tais como as dificuldades envolvidas em demonstrar o amor através de inúmeras maneiras ou até mesmo enfrentar a crítica de pessoas que tentam colocar paranoias na cabeça do casal. Digo que acredito em relacionamento à distância, pois acredito em toda forma de amor. E vocês, o que dizem? Enfim, é um filme que costuma passar despercebido, mas com um elenco super divertido, um enredo legal, cenas engraçadinhas e o melhor, tem na Netflix.   

2. Um Gato de Rua Chamado Bob
Se tem um filme que precisa ser visto é esse! Pra quem já leu os livros desse simpático gatinho é ainda mais essencial. James Bowen é só um cara que luta contra seu vício por drogas e que encontra na música e, principalmente, em seu mais novo companheiro, o gatinho laranja chamado Bob, o essencial para deixar esse mundo. Bob surge tão do nada na vida de James, mas ao mesmo tempo se torna tudo o que o move a continuar tentando e a colocar todos os dias um sorriso no rosto. O músico e seu bichinho logo ficam conhecidos pelas ruas e atraem, tanto bons olhares como inveja alheia. É um filme tão doce, tão amadinho e com uma trilha sonora incrível que é impossível não se apaixonar. Sem contar que a história de Bob é baseada em fatos reais, vale muito a pena conferir, tanto o filme como os livros. (Não tem na Netflix).

3. The Discovery
The Discovery foi um dos filmes que mexeu com a minha mente, por sinal é uma ficção científica mais romantizada e talvez, até um pouco pacata em relação à outros filmes do gênero, porém tem enredo instigante. Uma onda de suicídios começa a partir do momento em que o cientista Thomas Harber confirma a existência de um novo plano de existência após a morte, e é justamente isso que gera a curiosidade e a vontade no ser humano de ir para um mundo melhor, o que se dá através da própria morte. Mas... o cientista não se culpa pelos milhões de suicídios, embora seu filho tente abrir essa realidade em sua visão. Nesse contexto todo, Will, o filho do cientista, conhece Isla em uma barca, mas não sabe que a garota esta indo para uma ilha com o pretexto de tirar a própria vida, não por conta da descoberta, mas por outros motivos. Will a salva e acaba se apaixonando pela garota misteriosa e tão cheia de problemas. Convenhamos que o longa em si é um tanto parado, o que salva é o contexto da teoria que é bem elaborada e as frases de impacto. (Tem na Netflix)  


4. Geração Prozac
Esse é o típico filme pra quem curte psicologia ou algo do gênero, digo por mim. Geração Prozac não é um filme leve, não é um filme que qualquer um consiga assistir porque não tem um enredo instigante ou algo do tipo, é um filme sobre realidade. Lizzie é uma garota com inteligente que vai estudar Jornalismo em Harvard e por pressão/problemas familiar, instabilidade emocional, sobrecarga e outros problemas, acaba se envolvendo com drogas, tentando suicídio e criando uma nova personalidade, o que a leva a procura de um profissional para se salvar dos próprios monstros. Lhe é indicado o medicamento Prozac e é justo ele que intitula o filme, pois assim como Lizzie, muitos vivem uma realidade parecida. O filme é de 2001, mas o tema em questão reflete os dias de hoje muito bem. Como disse logo de início, indico para quem curte a temática, mas não deixa de ser um bom filme que possa agradar a todos. (Tem na Netflix)


5. Blue Jay
O que chamou minha atenção nesse filme foi justamente a fotografia, ele todo é em efeito preto e branco com o intuito de ser relacionado à memórias. O enredo é clichê, dois ex-namorados se encontram ocasionalmente e resolvem conversar dividindo histórias sobre a vida atual e, principalmente, sobre o passado juntos. Tanto que revivem momentos e chegam ao contexto final daquilo que os fez dar errado novamente... é um filme cheio de enrolação até um reparo final, porém com cenas fofas e diálogos bonitinhos... o que na minha opinião, não salva muito o filme em si. (Tem na Netflix)


6. O Farol das Orcas
Outro filme um tanto parado que confesso que quase dormi assistindo... O Farol das Orcas tem uma história muito bonita por trás, mas algo não me fez criar tanta empatia com esse enredo tocante. Uma mãe e seu filho portador de autismo viajam da Espanha até uma ilha para encontrar um biólogo famoso por seu amor e relacionamento com as Orcas, acreditando que encontraria uma forma de curar o menino. Porém, o biólogo se recusa por alguns motivos a ajudar e nesse contexto há uma história de superação e de novas decisões envolta do menino, da mãe e do biólogo. Como eu disse, tem tudo para ser um drama intenso, mas, para mim, acabou não sendo tão significante assim, faltou algo... alguém já assistiu? Opiniões... (Tem na Netflix)


7. As Palavras
Ah! Esse filme é lindo! As Palavras conta a história de um escritor frustrado que encontra um livro abandonado e não publicado de tirar o fôlego, porém sem autoria... é aí que ele se questiona se deve ou não apresentar essa história ao seu editor. Ele apresenta e o editor nem se nega a publicar, o livro vira um best-seller, mas é só quando o renomado escritor encontra um velho que lhe conta uma história de tirar o fôlego (também) que ele vê sua vida entrar em colapso e se enxerga como uma grande farsa. Um dos melhores filmes que vi, com toda certeza. Não é pra menos, já que sou doida por filmes que envolvam escritores e etc... mas enfim, é um romance/drama que vale a pena. (Tem na Netflix)


8. Eu Estava Justamente Pensando em Você
Outro filme que me conquistou de um jeitinho inexplicável, é muito amor envolvido! O romance é algo nada ocasional contado de uma maneira ainda menos ocasional que conquista pelos diálogos e conas extremamente fofos e bem pensados. Conta a história de Kimberly e Dell que se encontram em um universo paralelo ao assistir uma chuva de meteoros, a diante viaja entre vários momentos posteriores do casal entrando em paralelo com os momentos, problemas, atitudes e consequências vividos. É um filme um pouco maluco e requer uma cabeça meio aberta pra assimilar, mas é de uma graça e doçura incrível. (Não tem na Netflix)


9. Dance Off
Dance-off é o típico filme sobre dança, em questão de história é quase sempre o clichê esperado, mas não deixa de ser bom. Brandon e Jasmine são um belo duo na dança quando crianças e grandes amigos, talvez futuros apaixonados. É quando Brandon se muda e Jasmine se obriga a seguir na dança sem ele que uma mágoa se inicia em corações tão jovens. Porém, no presente, já envolvidos com suas escolas de dança eles se encontram novamente e se descobrem adversários. Brandon deixa seu orgulho de lado e tenta se aproximar da garota, mesmo que a mãe dela, legítima mulher "cheia de si", queira negar a proximidade do casal. É um filme todo fofinho com duas performances de dança entre o casal lindas, a da foto que eu separei e outra com a luz dos celulares que, pra quem curte dança, vale a pena assistir mesmo que não veja o filme. (Tem na Netflix)


10. O som do coração
Outro filme "antiguinho" que precisei reviver... há anos queria assistir essa produção tão linda que sempre ouvi ótimos comentários. Por fim, assistido está. O Som do Coração é um romance de 2007 tão, mas tão bonito, que não dá pra não querer terminar de assistir e dar replay. Conta a história de um garoto que vive num orfanato e tem uma sensibilidade e um dom incrível com a música, só quando ele foge do lugar e decide que por meio do som encontrará seus pais é que sua vida começa a fazer sentido. Ele passa por inúmeras situações na rua por sua inocência e tem ótimas oportunidades ao longo da história que o levam ao seu objetivo final, encontrar seus pais. As cenas são lindas, a trilha sonora é demais, o elenco é muito bom e não há comentários que definam realmente esse enredo. É um filme incrível, vale muito a pena. (Tem na Netflix)

11. Sete Minutos Depois da Meia-Noite
O livro já tinha conquistado minha atenção, mas como ando numa abstinência involuntária com livros (chorando por isso) acabei não lendo, mas vi o filme mesmo assim. E convenhamos, o filme é um amorzinho! Tem uma temática pesada que leva para o lado da fantasia, o que a torna um pouco mais leve. Conor é um garoto que tem o pai ausente, a mãe com câncer terminal e uma avó um tanto megera que encontra no amigo imaginário, uma árvore, o refúgio necessário para compreender os acontecimentos da própria vida. Nesse contexto que seu amigo imaginário lhe conta histórias, as quais de alguma forma refletem sua realidade, e que ao final pede para que Conor lhe conte a última das histórias, abrindo assim a mente do menino para vários ramos decorrentes de uma única situação. Justamente a situação que tira o chão de Conor, o fazendo entender e superar a própria dor. É uma história linda, vale muito a pena. (Tem na Netflix)


12. O Último Capítulo
Digo de antemão: realmente esperei algo melhor desse filme. O Último Capítulo é um suspense quase terror com uma grande falha, o enredo não prende, o que pode prender é a forma poética como alguns assuntos são abordados. Digamos que o personagem narrador tem uma fala muito bem escrita cheia de frases de efeito que satisfazem, mas no geral a história e o andamento dela deixam a desejar. Conta sobre uma enfermeira, Lily, que começa a cuidar de uma escritora de terror idosa que decide viver seus últimos dias dentro do último capítulo de uma história sua, de um livro seu. A enfermeira começa a ler, mesmo que se negue e tenha medo de leituras sombrias e passa a reviver a história conhecendo um pouco mais a tão famosa personagem do livro, o que não é tão agradável assim para ela. (Tem na Netflix)

30 de maio de 2017

Tendência Jeans: Jaqueta Jeans

        Jeans sempre esteve na moda. Clássica e versátil, uma peça jeans é capaz de compor um outfit inteiro sozinha, ou ser simplesmente usada como acessório. Famoso em todas as estações, não é surpresa que o denim tenha se tornado o queridinho para o Inverno deste ano.
        A chamada febre jeans, que surge com a classe proletária no início da década XX, se concentra, basicamente, nos mil e um usos de uma específica peça: a jaqueta jeans.
        A variedade de cores, tons, costuras e tamanhos deste artigo o torna adequado para qualquer tipo de ocasião. Convenientemente, com a ascensão do estilo High-low, a jaqueta se torna indispensável na lista de must-have.
        Pensando desse jeito, separei 6 (das várias) diferentes combinações que podem ser criadas com esse elemento jeans. E para aqueles que acham que estou mentindo, permitam-se apaixonar

Jaqueta Jeans + Vestido
        Por mais previsível que essa combinação possa ser, a jaqueta jeans no tom certo, combinada a um vestido estampado, pode ser a melhor opção para um evento de fim de tarde.
Jaqueta Jeans + Blusão
        Para conseguir aguentar os dias gelados de inverno aqui no Sul, sugiro unir a jaqueta a um blusão de lã ou moletom. A produção possui um toque descolado e ainda quentinho!
Jaqueta Jeans + Bordado
        Depois do ataque dos patches,o bordado é o preferido em todos as buscas no Pinterest. A nova coleção da C&A, que vem compor o Inverno (foto do meio), já aderiu essa tendência. Se liga!
Jaqueta Jeans + Camisa Branca + Calça Preta
        Claro que não podia faltar aquele office look. Provando ser versátil como outras peças jeans, a jaqueta finaliza o outfit com estilo e profissionalidade.
Jaqueta Jeans + Calça Moletom 
        Que tal aquele look bem lazy Sunday? Com a calça de moletom, a jaqueta jeans perde sua postura para toda a ideia comfy do dia.
Jaqueta Jeans + Calça Jeans
        Para aqueles que não acreditam, jeans com jeans fecha, sim! No entanto, sempre existe um pouquinho de duvida na hora de compor o look. Para esses momentos, o mais indicado é apostar em peças no mesmo tom, e focar a atenção para outra, como uma camiseta temática ou a queridinha meia calça arrastão.
E aí, convencidos? Falem pra mim qual a peça jeans preferida de vocês!

15 de maio de 2017

Monólogo noturno de uma depressiva

Não sei se você já sentiu como se fosse um grande e desnecessário erro, como se um grande vazio a preenchesse, mesmo que isso possa soar contraditório. Não sei se você já sentiu algo te corroendo aos poucos sem descanso, te desmanchando em pedaços dentro de um inteiro, do seu inteiro. Algo que se espalha dentro de si e te destrói, como um soro aplicado na veia que vai se distribuindo pouco a pouco e você consegue sentir aquele incômodo por todos os locais os quais ele percorre. Mas não há como fugir.

Não tem como fazer as malas e se despedir de si. Não há como mandar embora esse vazio horrível que te preenche aos poucos. É um enorme canto escuro que chega, se aloja no interior e não pede licença. Um enorme emaranhado negro que te preenche liberando todas aquelas benditas borboletas no estômago, algo que vem e acaba com o jardinzinho das coisas boas que cultivou aí dentro. Algo que vem para te matar aos poucos, sem consentimento. 

E isso dói, dói porque nenhuma lágrima expulsa esse vazio. Se você pudesse olhar para dentro de mim veria o estrago, notaria no meu sorriso amarelo o quanto estou sofrendo quieta e tentando ignorar a confusão que se alojou em mim. Essa é uma daquelas noites que a gente não aguenta mais, sabe? Um daqueles dias que a gente buscou não desabar por 24 horas, mas talvez uma palavra qualquer retire o último dos pilares de quem tentou se manter forte e tudo desabe. 

Hoje eu me perguntei se o dia lá fora tinha sido bonito, se o sol tinha surgido, pois aqui dentro anda tudo tão nublado que eu nem sei mais qual a sensação de um dia bom. E eu não vi o sol surgir, não só porque aqui dentro armou temporal. Não vi porque me infiltrei nas minhas cobertas, fiz morada na minha cama o dia inteiro e lá fiquei, isolada do mundo, pedindo ajuda em silêncio. Uma ajuda que nem eu sequer sei se realmente quero. 

Ninguém notou. As pessoas nunca notam, mas que culpa eles tem, não é? A gente aprende bem a disfarçar sorrisos, a fazer brincadeiras e fingir que sempre está tudo bem. Ninguém entende como é possível passar madrugadas acordada, sem fazer nada interessante, apenas divagar e mesmo assim ter forças para enfrentar um dia cheio de responsabilidades, mesmo assim não poder fugir da vida que se leva. Ninguém entende a falta de apetite ou outras vezes a compulsão por preencher um vazio, como se qualquer coisa pudesse resolver o problema.

Nada nunca resolve. A gente pode passar horas chorando, dias disfarçando, chega um momento que as frases sem final se obrigam a ser concluídas com alguma pontuação. Não sei se você já se sentiu assim, sem um rumo para seguir, meio que andando na contramão do mundo, meio que apenas seguindo o fluxo. Não sei se você já se sentiu numa grande e contraditória confusão que não tem fim, numa bola de neve descendo um precipício que a cada dia cresce mais.

Tenho andado triste, as coisas que antes me animavam, hoje já não cumprem seu papel. Eu não consigo ler, não consigo escrever, não sei mais levar a vida normal que tanto levei. Acho que me perdi na minha própria confusão, no meu próprio vazio, nessa crise existencial. Não sei se você já se sentiu assim, não sei se a depressão já bateu a sua porta e você passou a sentir como se toda a sua vida fosse um enorme erro. Mas se sim, conhece bem a sensação de conformidade que vem agora, ao fechar os olhos e finalmente descansar a cabeça num travesseiro encharcado de lágrimas, aguardando o novo dia com o que restou de esperança.  

*ficção*

8 de maio de 2017

Playlist: Vícios diários

      Faz um tempinho que não monto uma playlist um "tanto aleatória" por aqui e depois de passar dias atrás de renovar as músicas e escutar sem cansar a maioria, separei meus vícios de todos os dias para, talvez, viciar vocês também. 
      É claro que não poderia faltar Shawn Mendes, nem Charlie Puth ou Paramore na minha playlist... mas, diga-se de passagem, vamos confessar que as músicas novas lançadas pelos três estão demais. 
      Agora, vamos para além do comum, quanto a Lady Gaga, juro que não escutei mais ela desde a época de Judas, mas essa mulher é incrível e Harry Styles foi uma surpresa na playlist, porque também não havia escutado nada ainda, e descobri o quão incrível também é. 
      Já Brett Young, Shaane Harper e American Authors são meus novos amorzinhos, não paro de procurar por músicas deles e escutar sem parar... conheçam, pois vale muito a pena. E finalizo com as virais do Khalid e Martin Garrix com a Bebe Rexha para animar essa semana inteira. Espero que curtam.


Boa semana.

3 de maio de 2017

Não, ela não vai voltar

Vamos ir direto ao ponto, sem enrolações e frases  de efeito: ela não vai voltar. Nem hoje, nem amanhã e nem nunca mais. Algumas coisas acontecem no momento em que devem acontecer, já ouviu falar sobre aproveitar o momento? Sobre aproveitar enquanto se tem para que depois não seja preciso implorar pela volta do que se teve? Então, amigo, pode perder as esperanças. Ela não voltará, aceite isso. 

Talvez seja difícil para o seu próprio orgulho ferido admitir que perdeu uma grande pessoa, que hoje já não caminha de mãos entrelaçadas com aquele alguém que te segurava nos precipícios do mundo em que você caía sempre. Ela estava lá, todos os dias, para te animar, te reerguer, para deixar a própria vida de lado em busca da sua felicidade. Porém, você não soube dar valor e abriu os olhos tarde demais, mesmo após mil e uma chances. 

Você se aproveitou do bom coração de quem só queria estar bem ao seu lado, de quem adotou uma ingenuidade cega e acreditou num sentimento que nem sequer existiu de verdade. De quem disse que por mais errado que tudo fosse, continuaria tentando fazer dar certo porque acreditava nessa tal de felicidade. O que ela não sabia é que amava por um só e, principalmente, que esse amor unilateral deveria ser todo e intensamente próprio. 

Ela deixou de se amar para amar somente a ti e, pode ter certeza, foi a coisa mais errada que ela fez. Mas as pessoas tendem a aprender com seus erros e quando ela abriu os olhos para o que fazia a si própria, você é que enxergou. Você é que percebeu que ela escorria pelos seus dedos muito mais rápido do que quando se tenta agarrar a água do mar. 

Ela virou onda nervosa, te arrastou para a beira e foi embora. E você ficou lá, pasmo, sem entender bem o que acontecia e a deixou ir. Não teve escolha, por que é que deveria ter depois de tudo isso? Deixou ela se afastar engolindo, mais uma vez, um orgulho idiota. Sabia que amor e orgulho não conseguem estar num mesmo contexto e terminar de um jeito bom? Então aprenda. Ela tentou mil vezes, ela deu chances até a paciência se esgotar e o sentimento desgastar. Até o amor ir embora, até ela começar a se amar. 

E então, ela se amou. Com todas as forças que tinha sorriu para o próprio espelho e assumiu para quem deveria dedicar todo o amor que transbordava dentro de si. Ela foi embora, sem arrependimentos, sem nem olhar para trás e foi aí que você sentiu o gosto salgado de uma lágrima. Entenda amigo, agora é tarde, você a perdeu quando não sabia nem que a tinha. Agora bola para frente, pois ela tem amor próprio o suficiente para nunca mais querer voltar. 

27 de abril de 2017

Playlist: Todo o encanto de Aurora Aksnes

     Com certeza você já viu esse rostinho vagando pelo seu facebook, o nome dela é Aurora Aksnes que adotou como nome artístico só o AURORA mesmo. Ela é um cantora/compositora Norueguesa que se interessou pela música ao se deparar com um piano e toda sua esperança em criar a partir dele.
     Sua música de estreia foi "Running With The Wolves", lançado pela gravadora Decca Records em maio de 2015, e recebeu grande aprovação de blogueiros de música e da imprensa. Ela ganhou maior reconhecimento a partir de uma publicação de Katy Perry ao dizer que havia gostado da música "Runaway" (que por sinal é uma ótima música, realmente).
     Toda a doçura dessa garota encanta demais, o modo como ela interpreta o que canta trás vida a sua música. É impossível não sentir algo bom ao ouvir a AURORA.


Linda demais, o que vocês acham?

24 de abril de 2017

Amor, ainda bem que você existe

Ufa, ainda bem que você existe. Já imaginou o trabalho que eu teria se tivesse que te inventar? É que assim, você é meio que a síntese de perfeição do meu mundinho, mesmo que seu padrão seja completamente imperfeito. Confuso, eu sei. Porém, nunca disse que eu não seria esse poço doido de confusão. Amor, agradeço mesmo por não ter que arcar com o trabalho duro de te inventar, já pensou? Logo eu, desastrada como sou, jamais iria conseguir criar alguém assim. Devo parabenizar aos criadores que, querendo ou não, te fizeram meu encaixe perfeito. 

E eu confesso que não tiraria nada de ti, não melhoraria um pontinho sequer, sabe por quê? Porque até dos teus defeitos eu consigo gostar, acho que sem eles não teríamos tantas crises para superar. Sem tua mania de sentir ciúmes adolescente e surtar por cinco minutos, eu não teria com quem me reconciliar depois de uma briguinha momentânea. E sabe? Gosto tanto do teu ciuminho besta de vez em quando, mostra tanto que você se importa em ser único para mim. E pode ter certeza, você é. 

Não sei se eu conseguiria montar esse arsenal de detalhes lindos que você tem, essa essência juvenil de quem aposta todas as fixas em algo tão incerto como o amor. Algo que outrora já machucou e hoje dá medo, mas a sensação é tão boa que você não perde a esperança. Eu gosto disso, gosto de como do nada, a gente virou tudo. Tão sem querer, tão sem intenção. 

Jamais chegaria no ponto da receita da mistura desse teu sorriso doce com teu modo de dar risada que contagia, muito menos do teu jeito manso de falar combinado com um sotaque ainda mais gostoso de ouvir. É amor, eu seria péssima na arte de te inventar.  

Seria péssima em conseguir compor esse teu jeito altamente preocupado com tudo, essa mania de querer colocar as coisas em ordem para só depois poder relaxar a cabeça no travesseiro. Esse teu jeito de menino ao lidar com as coisas mais simples que me encanta tanto.

A verdade é que eu não saberia inventar alguém tão imperfeito, com mil qualidades para mil e um defeitos, mas que mesmo assim me fizesse querer ficar. Me fizesse querer permanecer no teu abraço reconfortante, querer o mundo inteiro num potinho para poder dividir ele contigo. Para ser ainda mais sincera, acho que não saberia nem por onde começar a criar alguém que consiga me completar tão bem sem tanto esforço quanto você me completa.

Desculpa amor, mas agradeço por você já existir inteiro e completamente imperfeito para mim. Se não fosse assim, eu jamais sairia do chão num projeto de você, até porque desconheço a fórmula secreta da minha própria felicidade que veio instalada em algum detalhe do seu sorriso. Ainda bem que você existe, pois se não existisse eu, realmente, teria que dar um jeito de te inventar.

17 de abril de 2017

Queria saber lidar com o meu eu

Tem dias que o mundo vira do avesso, mas você continua lá, no lado certo. Intacta. Como se estivesse atada a raízes que de tão fortes te impedem de lidar com os próprios problemas. É aí que você se vê num universo sem saída e as coisas começam a desabar sobre a sua cabeça sem dó, se espalham pelo chão, se estilhaçam aos seus pés e você assiste tudo como um espectador calado que só consegue observar. O pior é que tudo parece ser visto de dentro de uma redoma de vidro, de um espaço, onde só há você e o vazio, demarcado por algo que não te deixa ir além. Algo que ao mesmo tempo que te protege, te limita.

Isso tudo só acontece porque você tá fora do eixo, não seguiu a linha dos sentimentos, não virou suficiente o volante naquela curva perigosa e perdeu o rumo da situação. Talvez seja, simplesmente, porque esqueceu de prestar atenção na sinalização da estrada e não notou aquela placa que avisava o perigo iminente. E agora você não sabe mais o que fazer, não sabe como voltar para o ponto de equilíbrio, não consegue mais encontrar o caminho de volta porque anda tudo revirado. Tudo resumido a uma confusão sem pé nem cabeça, uma bagunça que não se sabe por onde começar para reorganizar.

Queria saber lidar melhor com toda essa desordem que eu mesma crio, queria não confundir ainda mais as coisas aqui dentro. Ir além dessa redoma que engaiola as minhas atitudes, passar pela fronteira que limita as minhas vontades pelo medo dos monstros que eu mesma crio. Queria saber lidar com o meu eu, com toda essa euforia engaiolada por sentimentos adversos. Queria entender essa catástrofe interna do meu ser, que de tão trágico, chega a ser cômico.

Queria saber lidar com essa maldita ansiedade que me engole os sentidos, que volta e meia cria uma bola gigante na garganta e agita o coração em pulsações descontroladas, me fazendo agir com impulso e, na sequência, gera ódio pelos meus próprios atos. Gera arrependimentos que me amarguram e me isolam, enquanto tento cortar aquelas raízes que continuam a me prender, quando tento consertar todos os meus erros.

Queria saber lidar com o meu mundo conturbado sem ter que incluir quem de nada tem a ver com os meus problemas, e saber lidar com esse show de mágica monstruoso onde minha alma é que está na caixa que vai ser cortada ao meio. É como se eu sentisse o sangue escorrer e soubesse que, mesmo em pedaços, ainda conseguiria reestruturar o que já foi colocado abaixo.

Eu tenho esperanças, sempre tive, não dá pra desistir sem lutar. Afinal, a gente nunca perde essa essência bonita de tentar mais uma vez, de dar uma segunda chance para nós mesmos. Talvez um dia eu ainda aprenda a lidar com o meu eu, até lá vou na tentativa e erro. Talvez um dia eu consiga abandonar essa redoma de vidro e me desprenda dessas raízes que me obrigam a assistir um espetáculo onde eu é que sou a protagonista e meus próprios monstros tentam me dominar. 

10 de abril de 2017

Meu amado pretinho básico

      Poucos sabem mas, antes de começar a escrever um artigo, eu faço pesquisas. Que bom, Paola, você não é a única. Na verdade, eu não me mantenho só nas pesquisas em blogs e artigos de opinião. Para o artigo de hoje não foi diferente quando me vi digitando “pretinho básico” no Google Acadêmico. 
      Meu amado pretinho básico. Por trás desse amor pelo black (que pode ser confundido com o estilo gótico, já me acostumei) existe uma grande história feminista. 
      Coco Chanel, na década de 20, revolucionou o mundo da moda dando forma e personalidade ao seu público: mulheres. Com a introdução da calça com medidas femininas e a diminuição do comprimento das saias, houve um choque, uma novidade. Mas ela queria um pouco mais. 
      Foi quando deu início a uma tendência que não muito mais tarde se tornaria moda clássica: Uma nova personalidade ao preto. Antes somente usado em eventos fúnebres, a estilista aborda o total black com elegância e sutileza, tirando-o do armário para trazê-lo às ruas. Ele passou a simbolizar igualdade, tanto de gêneros, quanto de classes. 
      A utilização do preto, no entanto, continua a ser um tanto quanto receosa. A simples mudança nos acessórios ou na montagem do outfit pode interferir na sua interpretação, mais rápido do que com qualquer outra cor. 
      Sem medo de errar, separei 6 combinações de total black para você se inspirar nessa estação. Pode ser mais fácil do que parece, acreditem!

Calça de Couro + Casaco de Pele
Calça Jeans + Jaqueta de Couro + Bota de Cano Curto
T-shirt + Over The Knee
Vestido + Tênis
Saia Plissada + Moletom
Calça + Cropped + Óculos Escuros
Gostaram? Não descartem uma peça básica preta na próxima ida ao shopping! ;)

6 de abril de 2017

Os últimos filmes que vi e recomendo (2017)

Já é abril e eu nem comentei nada sobre os filmes que estou assistindo, e vou falar a verdade: é muito filme para uma pessoa só. Antes que eu aumente essa lista demais vou deixar minhas últimas recomendações. Já aviso que há uma mescla gigante de gêneros que vai de ação à romance, então sintam-se livres para aceitarem nos seus coraçõezinhos os que lhe chamarem atenção. E se tiverem dicas legais de filmes para eu ver, estou aceitando para aumentar minha lista interminável de filminhos não vistos.

1. A Grande Muralha
O filme é uma aventura histórica baseada numa lenda chinesa e se passa no século XV, quando dois mercenários estão em busca de "pó negro" (pólvora) e só após escaparem de uma criatura misteriosa, eles dão de cara com a Grande Muralha e acabam sendo presos por guerreiros chineses. É aí que a história começa a se desenrolar e contar o verdadeiro segredo dessa construção. Diz a lenda que a cada 60 anos uma horda de monstro tenta ultrapassar a barreira para se alimentar dos humanos e os chineses se preparam para receber o novo ataque a qualquer momento, justamente quando os dois mercenários aparecem a coisa toda acontece. O filme está com um elenco ótimo e um certo "empoderamento" feminino (o que me fez apaixonar desde o início já), começando pelo fato de a comandante ser uma mulher, Lin Mei, forte e guerreira. É um roteiro baseado em lendas chinesas com uma história bem simples, um elenco de tirar o chapéu e uma produção muito boa.  (Veja o trailer)

2. Assassin's Creed
O jogo que deu origem ao filme já é bem conhecido e foi por causa dele mesmo que fui para as poltronas do cinema ver esse filminho de ação baseado na história do game. A história começa quando Callum descobre que é descendente da Ordem dos Assassinos e via memórias genéticas revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. A partir daí ele adquire novos conhecimentos e habilidades e se sente pronto para encaras os Templários. É realmente uma versão do cinema desse game tão amado e deixa eu comentar, a fotografia do filme está demais! Fiquei de boca aberta em muitas partes, é um filme não só para conhecedores da história ou quem joga Assassin's Creed, mas para quem tem sede de um bom filme. (Veja o trailer)

3. O Chamado 3
Único filme de terror que eu vi nos últimos dias e digo de antemão, não supera os filmes anteriores de O Chamado. A história é a mesma que todos conhecem, um vídeo que quando é visto uma menina liga dizendo que você tem 7 dias e no fim dessa semana você morre nas mãos da Samara. Dessa vez há um grupo de pesquisa que trabalha em cima desse vídeo e vai passando o fardo da morte para outros, porém é quando o namorado de Julia se envolve com essa lenda urbana que ela descobre que há muito mais para ver dentro daquele vídeo e resolve ir atrás da verdadeira história da garotinha do poço. É um filme bom, com uma produção bem boa e dá um certo medinho em muitas partes. É bem clichê e embora clichê, eu recomendo. (Veja o trailer)

4. Logan
Com licença, mas vou afirmar aqui também: Logan é o filme do ano para mim. Para quem não sabe o filme conta a história do Wolverine no futuro, em 2029, esgotado e debilitado, que ganha a vida como chofer. É quando Gabriela (quem cuida de Laura) busca a ajuda do ex-X-Men para proteger a menina (X-23 = Laura) e ele se recusa a cuidar da criança, porém quando vê que ela e mais um grupo de estão sendo perseguidos pelo mercenário Donald, ele faz de tudo para protegê-la e mantê-la em segurança. A história é tão bonita, mas tão bonita com um desfecho ainda mais lindo que eu quase chorei no final. A atriz Dafne Keen está incrível, Hugh Jackman também, enfim, o elenco está incrível. A história está incrível e até a trilha sonora é demais! NÃO PERCAM DE ASSISTIR ESSE FILME. Apenas digo isso.  (Veja o trailer)

5. Quatro Vidas de Um Cachorro
Depois de toda aquela polêmica de maus tratos aos animais, ainda assim eu quis assistir esse filme... porque eu sou fissurada em filmes com cachorros, simplesmente não dá pra não amar. Li o livro e já me apaixonei ali mesmo. O filme é bem fiel a obra literária que é escrito em primeira pessoa na voz do cão. Ele é quem conta as suas vidas, seus aprendizados e tudo na visão de um animal mesmo (o que deixa o filme e o livro engraçados), mas principalmente, expressa sua busca em um sentido de para estar vivo, tem uma temática muito boa para pensar. Quatro Vidas de Um Cachorro é um drama sobre amizade, sobre fazer a diferença na vida de alguém e ao mesmo tempo um romance bonitinho. Apesar dos pesares, não tem como não amar. Recomendo o livro, também. (Veja o trailer)

6. Sing Street: Música e Sonho
Sing Street foi recomendação de alguém muito especial para mim e é basicamente um filme sobre musica, não sei se dá para considerar que seja um "musical", mas... O filme conta a história de Conor, um jovem que é obrigado a mudar de colégio por conta de problemas financeiros de seus pais e começa a ter problemas com o valentão do local. Desiludido, ele conhece Ralphina e tem um sopro de esperança, porém ao tentar conquistá-la a convida para ser parte de um clipe em que a banda dele (inexistente até o momento) iria gravar. É aí que o sonho começa e Conor reúne um pessoal para montar uma banda. O romance gira em torno de Conor e Raphina, porém o interessante é a evolução do personagem desde o início, junto com a evolução da banda ao decorrer do conhecimento que eles adquirem em relação à música. Está demais essa perspectiva que o filme abordou. Um filminho perdido no Netflix que vale muito a pena, não só pela história, mas duvido não se viciar na trilha sonora ("Up" é a minha música preferida). (Veja o trailer)

7. 50 Tons Mais Escuros
Confesso que só assisti o segundo filme, porque vi o primeiro de curiosidade. E digo mais, 50 Tons de Cinza não me agradou, mas 50 Tons Mais Escuros sim. O filme trás a continuação da história, quando Anastasia, incomodada com as atitudes de Christian resolve deixá-lo de lado e focar em sua carreira. Porém, ele não desiste tão fácil e vai atrás dela com novos propósitos e sem segredos. Eles iniciam um relacionamento e ela passa a descobrir a verdadeira história de Christian Grey. Ao contrário do primeiro filme, que era bem mais explícito, esse é muito mais um romance/drama e é por isso que gostei dele. Na minha opinião essa história não é grande coisa, mas é um filme com um bom elenco e uma boa produção, sem contar que está sendo muito bem contada a história do casal, ponto positivo. (Veja o trailer)

8. In Your Eyes
Mais um filminho que encontrei perdido no Netflix e comecei a assistir mais pela atriz (maravilhosa Zoe Kazan) do que pelo contexto, porém o romance é extremamente lindinho. A história gira em torno de duas pessoas desconhecidas que tem uma ligação em comum, eles podem conversar e presenciar a vida um do outro através dessa ligação. No início é assustador, tanto para a esposa de um famoso médico, Rebecca, quanto para o ex-condenado, Dylan. O que se espera disso é justamente o que acontece: um romance. Ambos vivem em pontos diferentes, mas uma situação faz com que o sentimento se prove e eles se encontrem. É um filme muito bonito, com um bom elenco e uma história envolvente, vale bastante a pena assistir. (Veja o trailer)

9. O Maravilhoso Agora
Outro filme que encontrei perdido no Netflix que chamou minha atenção, principalmente, pelo elenco. A história gira em torno de Sutter, um garoto desleixado que não se importa com os estudos e ama beber, quando ele leva um fora da sua namorada e acorda de ressaca em um quintal ao lado de Aimee é que algumas coisas no seu interior começam a mudar. Ela é tão diferente dele, mas mesmo assim os dois acabam se dando muito bem e mostrando que jeitos diferentes de levar a vida podem sim se unir e dar certo. Um consegue ensinar ao outro muita coisa e ultrapassam problemas juntos num romance meio superficial, mas ao mesmo tempo bonito. É um filme bem simples com uma mensagem linda e com a Shailene Woodley no elenco. Precisa querer mais? (Veja o trailer)

10. A Bela e a Fera
Não tenho palavras para descrever essa obra cinematográfica incrível da Disney, nesse live-action espetacular de A Bela e a Fera, com esse elenco maravilhoso, com a trilha sonora ainda mais perfeita, com a fotografia, cenografia, design gráfico, figurino e tudo maravilhosamente lindos. MEU DEUS, esse filme merece um Oscar. A história é a que todo mundo conhece, uma garota apaixonada por livros e pelo mundo vai em busca de salvar seu pai de uma fera terrível e troca sua liberdade pela de seu pai, mas acaba se apaixonando pela beleza oculta do monstro. Emma Watson caiu tão bem nesse papel que já nem sei se amo ela mais como Hermione ou como Bella... o elenco inteiro é maravilhoso, tudo nessa produção foi trabalhado com muito carinho. Como eu disse, sem palavras. Só amor por esse filme. (Veja o trailer)

11. Fragmentado
Fragmentado é um suspense psicológico que me surpreendeu com a complexidade oculta do roteiro. É um filme bem confuso que precisa de muita atenção, porém é dotado de um roteiro incrível. O filme conta a história de Kevin que possui 23 personalidades diferentes em si e consegue alterná-las com a força do pensamento. Chega um dia que ele sequestra três adolescentes que passam a conhecer as diversas facetas de Kevin e precisam achar um jeito de escapar dessa maluquice toda. A história trás a tona o valor do sofrimento na vida de alguém e em como uma pessoa pode se tornar aquilo que quer, simplesmente pela força do pensamento. Pontos muito avaliados na psicologia, é um filme e tanto para se aprofundar na teoria e tirar o devido proveito muito além da ficção envolvida.  (Veja o trailer)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...