2 de junho de 2017

Filmes assistidos em abril e maio (2017)

Que eu assisto muito filme, isso já não é novidade. Abril e maio foram meses em que eu dividi minha atenção com esses 12 filminhos e as séries GirlBoss e 13 Reasons Why, ou seja, eu vivi mais na Netflix do que no mundo real - o que, como eu já disse, não é algo novo para se comentar. 

1. Amor a distância
Como o nome já diz é um filme sobre relacionamento a distância, muito divertido por sinal. Erin e Garrett se conhecem em Nova York e passam 6 semanas de muita paixão, porém sem o intuito de ter algo sério... é só quando ela tem que voltar para São Francisco que eles se descobrem realmente amando e decidem manter o relacionamento, mesmo que à distância e contrários a opiniões alheias. É uma comédia romântica ao mesmo tempo fofinha e engraçada que trás a tona momentos de verdadeiros relacionamentos a distância, tais como as dificuldades envolvidas em demonstrar o amor através de inúmeras maneiras ou até mesmo enfrentar a crítica de pessoas que tentam colocar paranoias na cabeça do casal. Digo que acredito em relacionamento à distância, pois acredito em toda forma de amor. E vocês, o que dizem? Enfim, é um filme que costuma passar despercebido, mas com um elenco super divertido, um enredo legal, cenas engraçadinhas e o melhor, tem na Netflix.   

2. Um Gato de Rua Chamado Bob
Se tem um filme que precisa ser visto é esse! Pra quem já leu os livros desse simpático gatinho é ainda mais essencial. James Bowen é só um cara que luta contra seu vício por drogas e que encontra na música e, principalmente, em seu mais novo companheiro, o gatinho laranja chamado Bob, o essencial para deixar esse mundo. Bob surge tão do nada na vida de James, mas ao mesmo tempo se torna tudo o que o move a continuar tentando e a colocar todos os dias um sorriso no rosto. O músico e seu bichinho logo ficam conhecidos pelas ruas e atraem, tanto bons olhares como inveja alheia. É um filme tão doce, tão amadinho e com uma trilha sonora incrível que é impossível não se apaixonar. Sem contar que a história de Bob é baseada em fatos reais, vale muito a pena conferir, tanto o filme como os livros. (Não tem na Netflix).

3. The Discovery
The Discovery foi um dos filmes que mexeu com a minha mente, por sinal é uma ficção científica mais romantizada e talvez, até um pouco pacata em relação à outros filmes do gênero, porém tem enredo instigante. Uma onda de suicídios começa a partir do momento em que o cientista Thomas Harber confirma a existência de um novo plano de existência após a morte, e é justamente isso que gera a curiosidade e a vontade no ser humano de ir para um mundo melhor, o que se dá através da própria morte. Mas... o cientista não se culpa pelos milhões de suicídios, embora seu filho tente abrir essa realidade em sua visão. Nesse contexto todo, Will, o filho do cientista, conhece Isla em uma barca, mas não sabe que a garota esta indo para uma ilha com o pretexto de tirar a própria vida, não por conta da descoberta, mas por outros motivos. Will a salva e acaba se apaixonando pela garota misteriosa e tão cheia de problemas. Convenhamos que o longa em si é um tanto parado, o que salva é o contexto da teoria que é bem elaborada e as frases de impacto. (Tem na Netflix)  


4. Geração Prozac
Esse é o típico filme pra quem curte psicologia ou algo do gênero, digo por mim. Geração Prozac não é um filme leve, não é um filme que qualquer um consiga assistir porque não tem um enredo instigante ou algo do tipo, é um filme sobre realidade. Lizzie é uma garota com inteligente que vai estudar Jornalismo em Harvard e por pressão/problemas familiar, instabilidade emocional, sobrecarga e outros problemas, acaba se envolvendo com drogas, tentando suicídio e criando uma nova personalidade, o que a leva a procura de um profissional para se salvar dos próprios monstros. Lhe é indicado o medicamento Prozac e é justo ele que intitula o filme, pois assim como Lizzie, muitos vivem uma realidade parecida. O filme é de 2001, mas o tema em questão reflete os dias de hoje muito bem. Como disse logo de início, indico para quem curte a temática, mas não deixa de ser um bom filme que possa agradar a todos. (Tem na Netflix)


5. Blue Jay
O que chamou minha atenção nesse filme foi justamente a fotografia, ele todo é em efeito preto e branco com o intuito de ser relacionado à memórias. O enredo é clichê, dois ex-namorados se encontram ocasionalmente e resolvem conversar dividindo histórias sobre a vida atual e, principalmente, sobre o passado juntos. Tanto que revivem momentos e chegam ao contexto final daquilo que os fez dar errado novamente... é um filme cheio de enrolação até um reparo final, porém com cenas fofas e diálogos bonitinhos... o que na minha opinião, não salva muito o filme em si. (Tem na Netflix)


6. O Farol das Orcas
Outro filme um tanto parado que confesso que quase dormi assistindo... O Farol das Orcas tem uma história muito bonita por trás, mas algo não me fez criar tanta empatia com esse enredo tocante. Uma mãe e seu filho portador de autismo viajam da Espanha até uma ilha para encontrar um biólogo famoso por seu amor e relacionamento com as Orcas, acreditando que encontraria uma forma de curar o menino. Porém, o biólogo se recusa por alguns motivos a ajudar e nesse contexto há uma história de superação e de novas decisões envolta do menino, da mãe e do biólogo. Como eu disse, tem tudo para ser um drama intenso, mas, para mim, acabou não sendo tão significante assim, faltou algo... alguém já assistiu? Opiniões... (Tem na Netflix)


7. As Palavras
Ah! Esse filme é lindo! As Palavras conta a história de um escritor frustrado que encontra um livro abandonado e não publicado de tirar o fôlego, porém sem autoria... é aí que ele se questiona se deve ou não apresentar essa história ao seu editor. Ele apresenta e o editor nem se nega a publicar, o livro vira um best-seller, mas é só quando o renomado escritor encontra um velho que lhe conta uma história de tirar o fôlego (também) que ele vê sua vida entrar em colapso e se enxerga como uma grande farsa. Um dos melhores filmes que vi, com toda certeza. Não é pra menos, já que sou doida por filmes que envolvam escritores e etc... mas enfim, é um romance/drama que vale a pena. (Tem na Netflix)


8. Eu Estava Justamente Pensando em Você
Outro filme que me conquistou de um jeitinho inexplicável, é muito amor envolvido! O romance é algo nada ocasional contado de uma maneira ainda menos ocasional que conquista pelos diálogos e conas extremamente fofos e bem pensados. Conta a história de Kimberly e Dell que se encontram em um universo paralelo ao assistir uma chuva de meteoros, a diante viaja entre vários momentos posteriores do casal entrando em paralelo com os momentos, problemas, atitudes e consequências vividos. É um filme um pouco maluco e requer uma cabeça meio aberta pra assimilar, mas é de uma graça e doçura incrível. (Não tem na Netflix)


9. Dance Off
Dance-off é o típico filme sobre dança, em questão de história é quase sempre o clichê esperado, mas não deixa de ser bom. Brandon e Jasmine são um belo duo na dança quando crianças e grandes amigos, talvez futuros apaixonados. É quando Brandon se muda e Jasmine se obriga a seguir na dança sem ele que uma mágoa se inicia em corações tão jovens. Porém, no presente, já envolvidos com suas escolas de dança eles se encontram novamente e se descobrem adversários. Brandon deixa seu orgulho de lado e tenta se aproximar da garota, mesmo que a mãe dela, legítima mulher "cheia de si", queira negar a proximidade do casal. É um filme todo fofinho com duas performances de dança entre o casal lindas, a da foto que eu separei e outra com a luz dos celulares que, pra quem curte dança, vale a pena assistir mesmo que não veja o filme. (Tem na Netflix)


10. O som do coração
Outro filme "antiguinho" que precisei reviver... há anos queria assistir essa produção tão linda que sempre ouvi ótimos comentários. Por fim, assistido está. O Som do Coração é um romance de 2007 tão, mas tão bonito, que não dá pra não querer terminar de assistir e dar replay. Conta a história de um garoto que vive num orfanato e tem uma sensibilidade e um dom incrível com a música, só quando ele foge do lugar e decide que por meio do som encontrará seus pais é que sua vida começa a fazer sentido. Ele passa por inúmeras situações na rua por sua inocência e tem ótimas oportunidades ao longo da história que o levam ao seu objetivo final, encontrar seus pais. As cenas são lindas, a trilha sonora é demais, o elenco é muito bom e não há comentários que definam realmente esse enredo. É um filme incrível, vale muito a pena. (Tem na Netflix)

11. Sete Minutos Depois da Meia-Noite
O livro já tinha conquistado minha atenção, mas como ando numa abstinência involuntária com livros (chorando por isso) acabei não lendo, mas vi o filme mesmo assim. E convenhamos, o filme é um amorzinho! Tem uma temática pesada que leva para o lado da fantasia, o que a torna um pouco mais leve. Conor é um garoto que tem o pai ausente, a mãe com câncer terminal e uma avó um tanto megera que encontra no amigo imaginário, uma árvore, o refúgio necessário para compreender os acontecimentos da própria vida. Nesse contexto que seu amigo imaginário lhe conta histórias, as quais de alguma forma refletem sua realidade, e que ao final pede para que Conor lhe conte a última das histórias, abrindo assim a mente do menino para vários ramos decorrentes de uma única situação. Justamente a situação que tira o chão de Conor, o fazendo entender e superar a própria dor. É uma história linda, vale muito a pena. (Tem na Netflix)


12. O Último Capítulo
Digo de antemão: realmente esperei algo melhor desse filme. O Último Capítulo é um suspense quase terror com uma grande falha, o enredo não prende, o que pode prender é a forma poética como alguns assuntos são abordados. Digamos que o personagem narrador tem uma fala muito bem escrita cheia de frases de efeito que satisfazem, mas no geral a história e o andamento dela deixam a desejar. Conta sobre uma enfermeira, Lily, que começa a cuidar de uma escritora de terror idosa que decide viver seus últimos dias dentro do último capítulo de uma história sua, de um livro seu. A enfermeira começa a ler, mesmo que se negue e tenha medo de leituras sombrias e passa a reviver a história conhecendo um pouco mais a tão famosa personagem do livro, o que não é tão agradável assim para ela. (Tem na Netflix)

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