Sobre

Dizem que me conheço muito bem e que entre garranchos consigo escrever algo que toque alguns corações, porém acho que até concordam quando eu mesma afirmo que não sei falar sobre mim. Sou a Gabrielle Roveda, ou a Gabí - com agudo no "í" porque o pessoal ama me chamar assim e eu acabei gostando -, mas tanto faz se me chamar com a sílaba tônica no "a", sem apelido ou só pelo sobrenome vou atender igual - exceto se estiver meio desligada do mundo pelas ruas da cidade, daí dá um grito, pula na minha frente, faz uma dancinha e prometo de dedidnho que não fujo se me explicar que a ideia é minha mesmo. 
Em quase 20 primaveras moro num cantinho do universo onde meu principal objetivo é sorrir e fazer quem eu amo sorrir também. Sou do finzinho do Brasil, bem ali no Rio Grande do Sul, num cantinho turístico e regado a bons vinhos chamado Bento Gonçalves. Tudo bem se eu disser que na verdade só meu corpo mora aqui e o meu coração mora no mundo? Pois é, poucas viagens eu fiz, mas muitas irei fazer e antes de meus pés pisarem novas estradas, minha alma com certeza já terá passado por lá. Sou daquelas meninas que não quer nenhum luxo, que sonha em colocar os pés na estrada com o coração na mão, a saudade apertando e conhecer os cantos do nosso mundinho. Só quero dividir a coragem com um destino qualquer, dividir os anseios em uma estrada com visão para o desconhecido e curtir o melhor que a vida pode dar: o mundo inteiro. 
Sou um pouco de tudo e um tantão de nada. Literalmente uma preguiçosa escritora de gaveta, do tipo que tem uma criatividade sem limites e uma dezena de livros interminados na despensa. É, essa é a pessoa que tem como maior sonho se tornar não somente uma aspirante no mundo da escrita, mas que peca feio quando o negócio é preguiça aguda. Sou colunista em dois bloguinhos, o que me dá uma moralzinha quando lembro do orgulho que sinto disso (e um belo incentivo) para continuar nesse caminho da escrita (Olha eu aí gente: O Amor é Brega e Superela). 
Se eu ficar contando tudo o que eu já fiz, vão me perguntar se tenho a idade que aparento ou quinze vezes mais. A questão é a seguinte: tenho certo níveis altos de hiperatividade, impaciência, determinação e perfeccionalismo (nada comprovado, sou só eu mesma que acho isso) e isso tudo me fez fazer todas essas coisas que já fiz (falei em teimosia? não? pois bem...). Já patinei de forma artística, fiz luta e dancei tango, dança urbana, zumba, dança gaúcha e balé clássico, já dividi palco com bailarinos melhores e piores que eu, já acampei no meio do mato com medo de acender a lanterna e ser engolida por algo, já fui para o mar banhada pela luz da lua no inverno, já quis tocar violão, guitarra ou contrabaixo e me encontrei só nas teclas do meu piano antigo, já brinquei de desenhar e acabei levando a sério, faço letterings por lazer e se eu puder modifico até minha casa com um pouco de imaginação, uma dose de criatividade e mão na massa. Costumam chamar meu pai de Bombril por causa das 1001 utilidades e agora eu vejo que não sou muito diferente não. 
Como eu disse logo acima, sou tudo e nada ao mesmo tempo, mas ao final disso tudo a realidade é que é em diferentes momentos onde eu me encontro. Se eu não fosse essa euforia toda, essa dose de loucura saudável e amor incondicional pela vida eu não seria eu. Se não fosse minhas paixões, meu coração partido, minhas doses de aventuras e manias estranhas como é que eu me explicaria? Não sou nada do que pensam e querem que eu seja. Sou essa menina de vinte anos, de coração inocente e alma antiga, viciada em filme infantil, doida por decoração vintage, livros de cabeceira, pelúcias de personagens, apaixonada pelo barulho do mar, pelo brilho da lua cheia, pelos mistérios do universo e da mente humana, com olhar de fotógrafa, mãos de design de moda e costureira, pés de bailarina e alma de criança. 

Não sei falar de mim, sei que gostaria de conhecer o mundo inteiro e todas as pessoas para arrancar um sorriso sincero, mas não posso. Por isso estou aqui, por isso há mais de oito anos passei pela blogosfera tentando me encontrar. Eis que me encontro aqui, no Florejar (antigo Meia Hora em Paris) para fazer vocês sorrirem e se divertirem com esse meu jeito babaca de escrever. Eu espero, do fundo do meu coração, que em cada post vocês se sintam abraçados. É tudo por vocês, por nós. 

Sejam bem- vindos!

O Florejar é um blog pessoal sobre assuntos diversos relacionados ao gosto da autora, jornalista em formação, dentre eles: literatura, cinema, escrita, dança e fotografia. Foi reformulado em janeiro de 2017, tendo a criação lá em janeiro de 2013 com o nome de Meia Hora em Paris (que devido ao nicho que mudou, foi alterado para o nome atual).

COLUNISTAS:

Paola Freitas:
Essa é a carta de apresentação onde eu tento resumir minhas intermináveis e inquestionáveis personalidades, sem sucesso, é claro. Somente as pessoas mais próximas a mim conseguem entender 1/4 da metade do meu eu, obrigada timidez. Sendo objetiva: completo minha coleção de 18 outonos em abril, sou tediamente apaixonada por flores, principalmente girassóis. Sou a louca do chá antes de deitar e estou em um relacionamento sério com a moda. Amo ler e os anos 50. Sou a nova colunista desse amor de blog e meu objetivo aqui ultrapassa o de escrever do que eu entendo e gostaria de entender como jornalista de moda.  Talvez vocês venham a me conhecer melhor através da minha escrita.




 

4 comentários:

  1. garota, me identifiquei muito com você!!! Gostei muito das suas palavras, você deve ser incrível. Sou assim muitas vezes.# segue#

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  2. Mandei um e-mail, Gabbi
    Beijinhos da Bru
    http://garotasmore-girls.blogspot.com.br/

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