QUEM ESCREVE

Dizem que me conheço muito bem e que entre garranchos consigo escrever algo que toque alguns corações, porém acho que até concordam quando eu mesma afirmo que não sei falar sobre mim. Sou a Gabrielle Roveda, ou a Gabí - com agudo no "í" porque o pessoal ama me chamar assim e eu acabei gostando -, mas tanto faz se me chamar com a sílaba tônica no "a", sem apelido ou só pelo sobrenome vou atender igual - exceto se estiver meio desligada do mundo pelas ruas da cidade (o que não é raro acontecer) daí dá um grito, pula na minha frente, faz uma dancinha e prometo de dedidnho que não fujo se me explicar que a ideia é minha mesmo. 
Já se foram 22 primaveras. Hoje moro num cantinho do universo onde meu principal objetivo é sorrir e fazer quem eu amo sorrir também. Sou do finzinho do Brasil, bem ali no meio do povo gaúcho, no meu Rio Grande do Sul, num cantinho turístico e regado a bons vinhos chamado Bento Gonçalves. Tudo bem se eu disser que na verdade só meu corpo mora aqui e o meu coração mora no mundo? Pois é, tenho alma de viajante e ânsia de colocar uma mochila nas costas e conhecer esse mundão de ponta a ponta. Só quero dividir a coragem com um destino qualquer, em uma estrada com visão para o desconhecido e curtir o melhor que a vida pode nos dar: a natureza. 
Sou um pouco de tudo e um tantão de nada. Literalmente uma preguiçosa escritora de gaveta, do tipo que tem uma criatividade sem limites e uma dezena de livros interminados na despensa (um dia eu tiro todas essas histórias do fundo da gaveta, eu juro). Sou colunista em dois bloguinhos maravilindos, o que me dá uma moralzinha quando lembro do orgulho que sinto disso (e um belo incentivo) para continuar nesse caminho da escrita (Olha eu aí gente: O Amor é Brega e Superela). 
Se eu ficar contando tudo o que eu já fiz, vão me perguntar se tenho a idade que aparento ou quinze vezes mais, tudo isso porque eu não consigo não ter sede por aprender, por descobrir o novo, por sair da zona de conforto. Pra que contar os feitos se o que somos não é o que fazemos, mas quem nos tornamos? Hein? É em diferentes momentos onde eu me encontro. Se eu não fosse essa euforia toda, essa dose de loucura saudável e amor incondicional pela vida eu não seria eu. Se não fosse minhas paixões, meu coração partido, minhas doses de aventuras e manias estranhas como é que eu me explicaria? Não sou nada do que pensam e querem que eu seja.
Sou isso, um ser humano de 20 e tantos anos, de coração inocente e alma antiga, viciada em filme infantil, café, livros e pipoca de microondas, doida por decoração vintage e lugares diferentes, amante de pessoas de todo o tipo, olhares, sorrisos e histórias, completamente apaixonada pelo barulho do mar, pelo brilho da lua cheia, pelos mistérios do universo e da mente humana, com olhar de fotógrafa, mãos de artista, pés de bailarina e alma de criança.

Talvez mais ou menos que isso, ainda não sei. Mas quem é que sabe, não é?

Sejam bem- vindos!

O Florejar é um blog pessoal sobre assuntos diversos, principalmente textos de amor e empoderamento, escritos unicamente por Gabrielle Roveda, e demais assuntos como: resenhas literárias, cinema, dança, fotografia. O blog foi reformulado em janeiro de 2017, tendo sua criação lá em janeiro de 2013 com o nome de Meia Hora em Paris (que devido ao nicho que mudou, foi alterado para o nome atual).


4 comentários:

  1. garota, me identifiquei muito com você!!! Gostei muito das suas palavras, você deve ser incrível. Sou assim muitas vezes.# segue#

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  2. Mandei um e-mail, Gabbi
    Beijinhos da Bru
    http://garotasmore-girls.blogspot.com.br/

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